Sinta-se em casa!

Entre e deixe a porta aberta.
Aguenta firme que vou ali pegar uma breja.

27 de nov de 2008

Ele não lê, mas eu escrevo!

Por trás daquela frase escondia o desejo.
Desejo em tê-lo por perto, um abrigo tão certeiro.
Deixou rastros de sorrisos, alegria e satisfação.
Você é tão diferente.
Especial por ser completo.
Completo de quê¿
De humor, de educação e de adaptação.
As risadas surgem tão fáceis quando você está por perto.
Você é do mundo.
Nada te segura por tanto tempo.
Um pássaro à procura de novos horizontes.
E isso eu admiro em você.
Um desafio em conquistá-lo com delicadeza.
Manual de instruções¿ Ajudaria muito se você tivesse um.
Mas será que perderia a graça em desvendar teus mistérios com tanta facilidade¿
Um fascínio misturado com euforia envolve tudo isso.
Não houve chance favorável para dizer “até logo”.
Mas sinto que daqui um tempo você volta para esmagar minha timidez com seu jeito peculiar em aparecer.
Enquanto isso a vida segue com graça mas sem você.
E isso é algo que já faz falta.
Pra ti fica o espaço reservado com tanto cuidado.
Desses que não há cobranças, rotinas ou rótulos.
Somos novos no que nos envolve.
A única coisa que espero é te cativar.
Não somos e acho que não seremos um par (ai, Rodrigo Amarante)
Mas já somos parte de uma atmosfera diferente.
E isso nos completa! (é o que imagino)

P.S.: "Minha vidinha démodé" ligou uma chave louca. A chave das descobertas.

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