Sinta-se em casa!

Entre e deixe a porta aberta.
Aguenta firme que vou ali pegar uma breja.

30 de dez de 2008

31 de dezembro.

Último dia de 2008.
Já vi "o começar" dele antes de dormir. Aliás, isso não é novidade.
A noite tem ficado cada vez mais longa.
A mente não pára nenhum segundo. Tenho lido Osho para acalmar um todo.
Inquietude, ansiedade, incertezas...tudo isso faz com que o sono passe longe daqui.
Mas não sou contra a noite e o que ela traz.
Mas o que ela deixa, isso sim faz com que eu não pare de pensar.
Minha fuga é escrever ou afundar nos pensamentos mais tranqüilos.

Hoje foi um dia feliz. Para relembrar. Diogo e Camila trouxeram sorrisos e abraços.
Agradecimento registrado.
Voltem sempre.

E digo o mesmo para você que fez um passeio por aqui: volte sempre que achar necessário.

29 de dez de 2008

Tem coisas...

TEM dias que as coisas conspiram para tirar você do sério.
Após horas pintando as unhas com tanto cuidado, as unhas ganham bolinhas terríveis.
Você faz arroz e ele fica mole e todos grudados uns aos outros.
Guarda-chuva vira pra cima quando você está de chapinha.
Caneta com tinta seca na hora de marcar um recado rápido.
O cara que tu gosta some do mapa e ignora tua existência sem nenhum motivo aparente.
Sache que veio de brinde na revista vaza e acaba com a maior parte dela.
Sabonete no fim.
Shampoo acaba e o novo fica fora do banheiro.
Encontra um semi-conhecido na rua quando você está atrasado.
Quando o motorista da lotação dá um sermão só pq você estava fora do ponto com poste azul. (o pior é pagar 2, 30 mangos e ainda tomar “esporro”)
Quando vc vai para a balada e aparece um trio de lesadas metidas a hype e pede para você democratizar o espaço (sim, isso é tão verídico quanto as palavras anteriores).
Você acaba de dar banho no felino e ele decide fazer coco para lambuzar o rabo só para te provocar.
Quando você não tem crédito no celular e só descobre após digitar aquele longo texto (perdido até a próxima recarga).
Quando acaba a bateria do mp3 logo quando o metrô está lotado e a única diversão seria ouvir um som para meditar.
Quando você compra algo e tem uns 30 centavos de troco e a atendente diz para você pegar em balas de hortelã ou dadinho (e não te dá outra opção).


Mas tem vezes que tudo isso fica pequeno quando tudo o que você mais queria acontece. Como um simples sms.

Sim, “me” contento fácil fácil!

Mas só por aquilo que mais quero.

Coisinhas.

2009.
Com que roupa¿
Branco¿
Vermelho¿
Rosa¿
Amarelo¿
Verde¿
Quero apostar em todas. Ser um mosaico seguro.
As crendices sempre existiram em mim, mas dessa vez levo mais a sério.
Lentilhas, pedidos, desejos, ideais...tudo será como manda a tradição.
Os pedidos serão simples tais como: saúde (viva a sanidade), harmonia, proteção, satisfação e alegria.
Nada de bens materiais.
Projeto um ano com muito incenso, essências de cravo, livros do Osho, idas ao Templo Zu Lai e velhos estudos da Rosa Cruz.
Mas ainda tenho 2 dias de 2008 guardados no bolso.
Um deles está reservado para organização do guarda-roupa e armário de bolsas.
Depois preciso separar velhas revistas.
Depois, ter um dia de mulherzinha: hidratação, escova, chapinha, unhas dos pés e das mãos coloridas, maquiagem bacana e um perfume suave.
Enquanto isso vejo o dia começar.
Diante da tela do computador.

Tiro Onda.

Aconteceu de forma estranha e do dia para noite.
Eu, eles e tantos outros não entenderam tal decisão.
Mas não contestamos pq aqui desse lado fica difícil analisar qualquer coisa.
Mas deve haver um motivo forte para ter acontecido desse jeito.
Se ele mudou, ok. Mas ela é de causar certo espanto.
Você conseguiu o quis da forma que achou coerente. Suga os seus desejos e os adquire da forma que desprezo. Se te faz feliz...siga em frente. Mas não esqueça como tudo começou. Torto, errado e inadequado. Se conseguiu corrigir laços nessa caminhada, parabéns.
Daqui tenho o melhor ar que poderia ter.
Só te peço uma coisa: viva sem achar que sou a sombra que te apavora.
Você me cansa e isso é chato.
Passar bem.

Cida Proni

Um telefone no fim de um sábado de dezembro.
Era dia de festa.
Parte da família reunida em outra parte da cidade.
Coração dispara pq sei que ela irá dizer as palavras que o aquecem.
Tia atende.
Passa telefone.
Aquele “alô” que conheço tão bem se faz verdade.
Não disse “feliz aniversário” logo de cara pq a urgência em dizer “saudades” foi mais forte.
Ela quando percebeu que era eu do outro lado da linha, diminuiu o tom de voz e com certeza (pela diminuição dos ruídos) fugiu para um lugar isolado do barulho. Isso é parte daquele amor que entendo. Aquele cuidado que só ela sabe ter e fazer.
Falamos por longos minutos, eu (imagino) falei de forma rápida, atropelando assuntos para deixá-la “a par” de todas as minhas humildes novidades.
Ela, sempre com um ar sereno em contar as felicidades e mazelas da vida.
É a única data de aniversário que procuro o ano todo jamais esquecer. Posso esquecer o meu, mas o dela...jamais.
Pode ser injusto com muitos, mas esse cuidado é só com ela. É pessoa que olho para o futuro e quero “me” encontrar. Tem os valores, princípios, ideais que quero ter.
Não somos do mesmo sangue.
Não temos o mesmo brasão.
Não temos a mesma cor.

Mas temos tantas coisas em comum que nos unem segundo a segundo.
Ela carrega o título de “avó” desde quando eu estava na barriga da minha mãe.
Ainda bebê nas fotos, a mão dela está presente sempre comigo no colo.
Passaram 26 anos.
E o amor cresceu gradativamente.
E o respeito sempre intacto.
É por ela que em 2009 pretendo vencer as barreiras do medo, da incerteza, do orgulho e do passado. Através disso posso encontrá-la novamente e receber aquele combo que amo tanto: abraço apertado, sorriso escancarado e aquele almoço que tanto sinto falta.

, não sei se esse texto chegará à você. Mas o amor que tenho por ti...esse sim...chega e tu sentes.
Sabemos disso.
É por isso que procuro ser melhor. Só para receber o elogio teu.

Chico Mendes.

Hoje no caminho de volta para casa li uma matéria interessante na Rolling Stone desse mês (merchan¿ jabá para eles¿ Não. Apenas recomendo o que acho bom sem grana no bolso). A matéria é de Maurício Monteiro Filho com fotos lindas de André Pessoa. Está na página 121.
Nome¿ Saga de Sangue.
Sobre¿ Darly Alves da Silva, um senhor de 74 anos – conhecido por ter sido condenado como comandante da morte do querido Chico Mendes.
A matéria é muito bem escrita, que permite uma leitura daquelas para estudar mais quando chega o ponto final.
E foi o que fiz.
Já havia algum conhecimento sobre a história de Chico mas nada que pudesse seguir uma conversa com algum entendido no assunto.
Hoje, apesar das pesquisas, também não posso, mas já consigo entender o pq este homem dava medo em certas pessoas.
Ele vem de Xapuri, Acre...Terra da minha avó materna.Daí a curiosidade veio a tona.
O texto de hoje era sobre fofocas e coisas meia-boca.
Mas achei que este humilde blog também tem o intuito de levar a quem lê ou faz uma visitinha um pouco de informação. No caso, apenas indico a matéria ou que leiam sobre Chico Mendes.


Recado dado. Estudo no start.

Antes que 2009 venha...2008 já deixa saudades.

28 de dez de 2008

Baú

Depois de certo período sem escrever, decidi que estava na hora de voltar a calmaria e colocar as idéias batutas a funcionar.
Últimos dias foram para avaliar, rever, aceitar, confundir, ouvir, falar, entender e o mais importante: descansar.
O descanso foi mais mental do que físico. Incensos, músicas celtas (e também Los Hermanos + Rafael Bernardo), Fezita no apê, idas ao Vitrine e Studio SP, chocotones, balas de maçã verde, unhas sem esmalte, cabelo sem chapinha, celular quebrado, sonos no sofá, fotos legais...

Mas antes que 2009 “bata” em minha porta e entre sem pedir licença, tenho certas coisas a cumprir por essas bandas. Fazer um corte moderno seria interessante...mas a preguiça de ir ao salão de beleza faz procrastinar tal desejo assim como ganhar um bronzeado artificial para tirar o tom “mofo” da pele.

Prioridades em fazer o que gosto como escrever, ler magazines e livros que só comecei são parte de uma listinha blasé e intransferível.

Já houve um tempo em que jogar dentinho de leite para a Fada, escrever para o Papai Noel, dar maçã ao Duende de resina_gesso ou virar Santo Antonio de cabeça para baixo eram coisas rotineiras.

Tempos novos, chances novas e vontades que começam a cada instante.

O velho amor virou caneta sem tinta ao lado da agenda telefônica.

E o novo...ah esse aí o tempo ficou por cuidar!

22 de dez de 2008

Folga!

Dias sem escrever.
Pudera.
Sem inspiração.
Dias insanos, dias felizes, dias infinitos.
Hora de parar para pensar em todas as coisas que estão pendentes.
Dentre elas, o lugar mais bonito para aquele rapaz.
Enquanto isso, continuo a não escrever.
Não sobra motivação para isso.
Lamento.

Sorry baby!

16 de dez de 2008

Thanx girls!

A vida tem muita graça quando o acaso esbarra com o meu descaso.

Sim, tenho sérios problemas com isso.

Distraída, caminho achando que tenho rumo mas no fundo é a mais pura distração.
Para que lado seguir?

Pergunte ao gato de Cheshire da Alice.

Mas nesse caminhar a vida mostra a graciosidade de um ato e até um gesto.

Foi durante uma conversa entre as duas que essa pessoa que vos escreve surgiu no papo.
Simples assim (acho).

E o recado veio flutuando e cheio de expectativas.

Agradeço a lembrança e a confiança por acreditarem na minha capacidade (da pouca, mas em eterno estudo).

Má e Cá (meninas da caixa de fósforo 4): “as diferenças são o desafio diário em achar no outro o melhor que tu e ele tens”.

Fica aqui um obrigada e a vida segue sorrindo enquanto eu caminho ainda distraída.
E um obrigada à todos que assim como elas, notaram em mim algo que desconhecia ou até mesmo 'desacreditava".

A vida é uma arte coletiva. Isso é fato!

12 de dez de 2008

Fim de projeto.

Promessas.
A intenção é sempre boa, mas nem sempre vira realidade.
E fim de ciclo é sempre assim: “Não perca o contato”, “Anota meus números”, “Borá marcar alguma coisa”, “sentirei saudades”, choros...
Isso aprendi a lidar desde os famosos “últimos dias de aula” em qualquer ano em minha vida (sim, acabei por concluir que fiquei apenas um semestre sem estudar desde os meus 5 anos, hoje estou com vinte e seis Brasil! Uma balzaca rabugenta)
Quantas frases desse tipo escutei, falei, acreditei e descobri que nem sempre acontecem.
Culpa de quem?
Do destino?
Da preguiça?
Do boi?
Vai saber...
Mas o bacana é conseguir levar para qualquer lugar pessoas que realmente fizeram a promessa e estão aqui. Lado a Lado. Truta como diriam os nativos do East Side!
Fim de projeto é isso aí. Esse sentimento aparece e começa a dar uma agonia danada.
Quem realmente irá ultrapassar a barreira da promessa e fazer verdade?
Dessa vez não será como no tempo do primário ou colegial onde a camiseta que era usada como uniforme de escola virou mural de recadinhos com canetas e canetões.
A vida adulta abomina isso.
Mas só converte a intenção de outra forma: lembranças registradas no coração.

Quanta coisa passou por nós. Das mais tolas as mais felizes ao longo desses meses.
E experiência para usar nos próximos passos.
Desde enganar o Avid à não fazer minhocadas para não zangar o menino-robô que veste Sérgio K.



Mas deixei a desejar muito.
E disso, também aprendi a correr atrás.
E agora sigo no caminho do artesanato.

Não nasci para ser rica (concluí isso ontem na balada). Nasci para roer minhas unhas e comer lichias. Acho de bom tom.

Penso que Danilo ficaria orgulhoso em saber disso.

Aos amigos que tanto quero bem.

Prometi para Fernanda que o texto seria mais uma parte da série “Minha vidinha démodé”.

Eis menina ruiva. Texto sobre o poder da amizade. E que sirva para todos os poucos mas especiais amigos que adquiri ao longo dos meus vinte e seis anos. E olha que sempre fui "bichinho do mato". Da turminha que ficava encostada na parede só observando os demais. Só tinha interesse em fazer amizades com pessoas coloridas. Um preconceito que carrego até hoje e sei lá se tem cura. Mas que faz um bem danado. Tirando o Betão Lugatto (que só usa preto e cinza), na maioria, todos muitos coloridos.

Faço o melhor que sou capaz só para viver em paz” – Los Hermanos

Minha licença poética é: “Faço o melhor que sou capaz só para viver em paz e ter o teu amor”...hauhuaa...

essa frase surgiu no final de uma ligação, para mostrar à esta querida amiga e leitora que eu sou brega até dizer chega. Ponto. Prometi e cumpri Fê.

Parafraseando um amigo que tenho como inspiração na TV (Sr. Santello): "Deposite este elogio em minha conta bancária!" o texto segue:

Claro que ela riu. Amigo também serve para fingir que a piada é bacana mesmo que ela passe bem longe da intenção.

Amigo é para contar segredo mesmo que ele não diga uma palavra de conforto e sim um olhar que nada diz.

Amigo é para aparecer em casa, sem avisar e ainda dizer que teu pijama não é tão brega assim (mesmo que você esteja com camiseta de vereador, meia furada e calça de moletom).

Amigo é para fazer o dia mais engraçado.

Amigo é para lembrar que você tem tanta coisa boa e que precisa melhorar mesmo assim.

Amigo é para rachar a comanda no boteco mesmo que você só tenha ingerido água.

Amigo é para dançar qualquer música só para te tirar da tristeza.

Amigo é para cuidar do teu bicho de estimação como se fosse dele.

Amigo é para fazer com que tua mãe diga (lá no alto da inocência): “se a Carol saiu com fulano (a) então tá tudo bem!”

Amigo é para você ligar às 3 da manhã só para dizer oi e sem reclamar.

Amigo é para você rabiscar a mão com caneta de DVD.

Amigo é para você falar dos teus dramas, alegrias e ele ali: disposto a ouvir e dar o melhor abraço do mundo.

Amigo é para fazer parte da família mais que muito parente ausente.

Amigo é para você fazer o melhor prato da gastronomia pela primeira vez e fazê-lo experimentar.

Amigo é para dividir mas isso não sei fazer bem.

Amigo é pra você emprestar livros, revistas, cd´s, dvd´s, roupas, calçados e perfumes sem pensar duas vezes.

Amigo é para você dizer eu te amo com a certeza que não é da boca pra fora ou moda fútil de Orkut.

Amigo é para fazer dos teus dias os melhores que possa ter.

Amigo é como ar: fundamental para a sobrevivência.

Para dar leveza, certeza e a nobreza que só o amor traz e ensina.

Aos amigos que colhi lá desde o Jardim 1, Jardim 2 (sim, sou da época que as denomiações eram assim jovens!), do primário, do colegial, dos cursinhos e da faculdade.
Que venham amigos da Pós Graduação,
dos Cursos de Molhos no Senac,
dos cusos de corte e costura,
das bandeirolas mexicanas,
do macramê, dos metrôs,
dos trens,
dos rolês
e até (pq não?!) das baladas.



Um brinde (com água) à vocês.

Um passo.

“Tudo mudou entre nós e só você não percebeu.
Pq banalizar aquilo que pode ser certo enquanto durar?
Não lembro como começou.
E nem onde parou.
O que sei é que a distância abraça meu medo e dá um aconchego melhor que o seu.
Vou e levo você na alma.
Mas quando ousar olhar para trás, noto você mais feliz.
E me dá fé para caminhar a estrada sem você.
Mesmo que isso não seja o que acho certo e justo.
Mas não sei lutar por você.
Pena para mim.
Sorte para você
.”

Royal Party - um, dois, três.

Chatona hoje. E não posso usar a desculpa da TPM pq não estou.
Mas isso tem motivo.
Mas passa logo.
Talvez com Coca-Cola.
Noite fantástica.
Royal – Fê e Camila – Músicas desde Latino ao hit “Disturbia”.
Muito “Chemical Brothers”.
Antes, uma passadinha na padoca.
Sim, pq de hoje em diante os dias serão intensos e foi uma balada de “despedida da vida mansa”.
Melhor impossível.
Balada recheada de “bacanas” com roupas da Lacoste, Puma e Adidas. Meninas com chapinhas, salto alto, vestidos e muito, mas muito paetês.
Eu? Roupa de ir à missa aos domingos. Blusa de crochê branca, calça jeans “batida”, All Star encardido e unhas roídas. Chapinha? Nem.
Apenas um torto rabo-de-cavalo com franjinha típica de emo. Make up bem básico feito rumo ao lugar.
Acessórios? Os de sempre.
Relógio de 10 pilas comprado na BF.
“Sem paetês, miçangas ou qualquer coisa que fizesse ser ponto de referência na ‘pista de dança” (termo nostálgico esse heim?!)

O problema é a volta pra casa.
Sensação da realidade insana.

De que vale um ambiente lotado de pessoas descoladas se é um menino bobo que tira minha atenção?

11 de dez de 2008

Pra você!

"Não resta dúvida de que todo o nosso conhecimento começa pela experiência"
Kant

Ciumenta¿
Só quando dá motivo baby!

Bolo Raro!

Se fosse bolo a receita seria mais ou menos assim:

Barba estilo do Matisyahu;
Cabelo desgrenhado ou careca;
Roupas de vô ou xadrez mesmo;
Dentes alinhados;
Sorriso fácil;
Unhas roídas;
Panturrilhas definidas;
Um nariz estilo do Serj Tankian;
Tocasse violão ou piano;
Não cantasse;
Dono de uma escrita bonita e ácida estilo Marcelo Rubens Paiva;
Gostasse de Smiths e Beirut;
O dom de desenhar;
Ter uma bicicleta;
Viciado em vídeo game;
Nativo de qualquer signo pacto;
Pontual;
Não adepto a anéis, colares ou pulseiras. Apenas um relógio e quem sabe um alargador discreto;
Idioma espanhol incrível;
Fã de felinos e Harry Potter;
E a cereja do bolo seria: gostasse de mim.

Enquanto isso...preparo outras receitas mais fáceis. Com ajuda da Palmirinha Onofre.

Agradecimentos!

Em menos de um mês, fui presenteada em ser a primeira a receber notícias boas de três pessoas diferentes. Em primeira mão.
Isso faz com que acredite que passo através de minhas atitudes um ar de fidelidade.
Agradeço neste espaço a cada uma escrevendo:
“Embora tenha defeitos que completariam uma sulfite inteira ou mais, procuro diariamente ser melhor para vocês e conseqüentemente a mim. O que levo pra vida toda é a certeza que o cuidado com as palavras e gestos engrandece meu estado de espírito. É nesse quesito que controlo meus impulsos e pensamentos. Agradeço a compreensão que o processo leva para avançar. E que cada uma de vocês consiga atingir a plenitude dos sonhos realizados”.

Gente sorridente!

Nada melhor do que “trocar uma idéia” com um sujeito alterado graças ao álcool para a hora passar mais rápido.
Hoje encontrei um sujeito assim na madrugada na Paulista. Desses que acham que construíram monumentos ou que conheceram alguma celebridade do passado. Se é verdade ou não, não tenho interesse em aprofundar pesquisas ou C.P.I.´s da vida.
O mais bacana é poder trocar de assunto sem fazer uma fusão de um tópico para outro, ter a liberdade em inventar personagens ou simplesmente mergulhar nos “causos” do sujeito.
Assim consegui fazer que o relógio “pulasse” das 3 da manhã às 4:30 com tanto humor.
Talvez se eu estivesse no mesmo estado que ele não seria tão bom.
Ficar sóbria possibilita um olhar melhor.
Ele disse que fora deputado, cantor e que ainda foi ele quem deu cores a uma antena colorida e famosa lá na Paulista.

Ri para não entrar em coma naquele papo; Mas o riso não foi em tom de deboche, apenas uma maneira de proteção.

Disse a ele que amanhã provavelmente estaria por “aquelas bandas”. E a conversa poderia terminar com um brinde às nossas filosofias de vida, regadas a muita risada e suco de maracujá.

9 de dez de 2008

Ao desconhecido.

Tentei começar sem rodeios.
Com palavras fáceis e o mais puro sentimento.
Juntei a boa vontade e a necessidade de colocar um juízo.
Mas o medo assolou o pensamento.
Palavras fugiram.
Idéias tiraram férias.
Mas sei que a razão da escrita (para você) nunca deixou de existir.
É por você que próximos textos virão a todo vapor.
Qualquer lacuna no dia, caderno e caneta na mão.
Quem sabe um dia você leia e perceba sem dicas alheias que todo texto bem resolvido aqui tem um único destino: o seu mais inocente e belo interesse.

Faça suas visitas, mas não esqueça em enxergar com o coração baby!

Listinha!!!


Tem tanta coisa que não resisto:

Trufa gelada de maracujá
Bolo de cenoura da minha mãe.
Coca-Cola gelada.
Mc Donald´s.
Bolsas.
Anéis.
Relógios.
Adesivos.
Cadernos.
Canetas.
Homem com barba por fazer ou barba estilo do Matisyahu.
Pão do Templo Zu Lai.
Sorvete em dias frios ou quentes.
Torta da Fezita.
Salpicão da Iraci.
Dormir no sofá.
Meia colorida.
Visita surpresa dos amigos.
Ligações da Bruna.
Risada da Fê.
Conversas com a Mari.
Maluquices da Marizinha.
Conselhos do Fabricio.
Comentários do Rogerim Cheu.
Acidez da Carina.
Vitrine.
Smiths.
Los Hermanos.
Bruno Medina.
Colocar cor nos subclipes.
Esmaltes coloridos.
Cabelo lisinho.
Homem com roupa xadrez.
Bebida nomeada por Cabelo de “Chemical Brothers”
Dormir depois das 5 da manhã.
Acordar depois das 10 da manhã.
Brincar com o felino Amandí.

Mas dentre todas essas, a mais insana é banca de jornal.

Perco a linha do bom senso e do necessário. Ficaria o dia inteiro dentro da minha preferida: lá pertinho do metrô Consolação. Não, o atendente não é um gato (na verdade nem lembro da cara dele). O bom de lá = as revistas favoritas estão sempre no mesmo lugar e ninguém fica “tentando” ajudar na escolha. E é uma banca grande onde posso entrar com minha big mochila sem destruir o ambiente.
E hoje foi aquele dia que perdi a noção.
Marie Claire, Gloss, Criativa, Super Interessante e Joyce Pascowitch e a gigante Piauí.


Amanhã é dia de colocar as idéias no mundo da lua.

CAPITU


Sou uma pessoa com um defeito quase incurável: não consigo enxergar meus acertos (raros)
Preciso de um discurso alheio para aceitar que foi bom.
Mas não me considero insegura.
Apenas com um distúrbio ou carência demasiada. (rs)

Eis que hoje eu quis muito que alguém lançasse a frase: “Que trabalho incrível você fez!”.
E esse trabalho seria nada mais, nada menos que a belíssima obra de Luiz Fernando Carvalho fez para a TV: “Capitu”. Eu queria qualquer função sem a pretensão das mais cobiçadas.

Aquele tipo de trabalho que orgulha qualquer pai e mãe. Que homem é esse que conseguiu reunir tanta qualidade e fidelidade à obra de Machado de Assis¿

Claro que TV é uma arte coletiva, e isso ele soube escolher bem (ai que vontade em ter feito parte disso).

Infelizmente não pude ver na íntegra. Garimpei pela internet e fiquei encantada com a trilha usada do Beirut.
Então fica aqui a dica: vejam os vídeos no Youtube do Beirut. Uma música mais bonita que a outra. E o material que disponibilizaram da série.


Assim começa minha quarta-feira.


Recheada de idéias.

Dias passam devagar.

Começamos o que você desconhece.
Aquilo que me encanta.
Você não percebe que nos pequenos gestos encontro coisas boas.
Tão bom ficar perto de você.
Mas agora é hora de arrumar as malas e caminhar só.
Nossa estrada é longa.
Não sei dizer até logo ou um simples tchau.
Isso você já percebeu.
E não tem como “Remediar”.
Não se esqueça da blusa de frio e de um bom livro em sua mala.
E deixa que eu levo nosso mundo comigo.

6 de dez de 2008

Mimos de Natal.

O que mais quero é:

"Os Contos de Beedle, o Bardo"
Autora: J.K. Rowling
Tradução: Lia Wyler
Editora: Rocco
Quanto: R$ 24,50 (107 págs.)

Relaxa, isso não é um pedido. Apenas um post-it virtual.
Já indico pq Dumbledore dá lições de moral. Isso já deixa claro que o livro é bonito.

"Felicidade é um bem natural" (MPB-4)

“Se soubesse que seria assim, nem perto de você ficaria.
Quem diria que após as brigas você estaria tão bem (e gosto).
Tua tristeza comovia meu lamento e fazia um abrigo em teu coração.
Ficamos em desuso.
A dor nos unia.
Agora a felicidade nos afasta e isso é estranho.
Tira isso de mim e leva o mais distante possível!
Não sei lidar com tanta confusão.
Apenas o que sei é que sem você o mundo perde a graça, o sabor e o frescor de dias memoráveis.
“Vai pra longe, mas deixa a tua dor onde morei tão bem.”

Lá no alto veremos o que fizemos e o que deixamos de fazer e a graça tomará conta de nós.
Insanos, tolos e delinqüentes.
Acho que isso resume nosso passado.
Vivemos na corda bamba.
Mas não no perigo que nunca deixamos existir em nosso cantinho.
Hoje o encanto passou por nós.
Mas só a mim ele tocou.
Você continua aí, intacto.
Mas até quando seremos assim¿
Por trás dessa muralha que construí você fez paisagem.
E o mundo tenta descobrir quem é você.
E eu só quero que você descubra esse mundo em mim.”


Mais um pensamento da série "Minha vidinha démodé"

Chico Chico logo ali.

Chico Buarque cada vez mais presente essa semana. Até ringtone virou em meu celular.

Adoro essa música.

Trechos que gosto mais:

Ciranda da Bailarina

"Procurando bem
Todo mundo tem pereba
Marca de bexiga ou vacina
E tem piriri,
tem lombriga, tem ameba
Só a bailarina que não tem
E não tem coceira
Berruga nem frieira
Nem falta de maneira
Ela não tem

Futucando bem
Todo mundo tem piolho
Ou tem cheiro de creolina
Todo mundo tem um irmão meio zarolho
Só a bailarina que não tem
Nem unha encardida
Nem dente com comida
Nem casca de ferida
Ela não tem

Não livra ninguém
Todo mundo tem remela
Quando acorda às seis da matina
Teve escarlatina
Ou tem febre amarela
Só a bailarina que não tem
Medo de subir, gente
Medo de cair, gente
Medo de vertigem
Quem não tem

Confessando bem
Todo mundo faz pecado
...

Sujo atrás da orelha
Bigode de groselha
Calcinha um pouco velha
...

Sala sem mobília
Goteira na vasilha
Problema na família
Quem não tem
...

Procurando bem
Todo mundo tem..."

Salve Chico.

Mas o querido é como a bailarina...seus defeitos ainda não notei.
E mesmo ao notar um dia, sei que serão pequeninos demais para nós.

Rascunhos em guardanapo.


Dada outra chance.
Faria tudo outra vez¿
Provavelmente não.
Futuro do Pretérito está lançado na vontade:

Falaria menos.
Pensaria mais.
Cantaria menos.
Dançaria mais.
Brigaria menos.
Sorriria mais.
Esqueceria menos.
Dormiria mais.
Comeria menos.
Beberia mais.
Brigava menos.
Amaria mais.

Ao som de Chico Buarque:
"Se deixo de alguém
Por falta de carinho
Por brigar e outras coisas mais
Quem aparece no meu caminho
Tem os defeitos iguais"
Música: Foi assim
Perguntinha: E você, faria tudo outra vez ?

5 de dez de 2008

Banca de Jornal.

Pensei muito nesse texto. Na verdade, qual assunto ele deveria conter.
Dentre tantos temas que adoraria desabafar este não foi um dos primeiros da lista. Mas o único que as palavras vieram fáceis ao papel (sim, eu não escrevo direto no PC, aliás, tenho pavor disso).

Falarei sobre atitudes simples que conquistam meu bom humor.Tanta coisa já ganhei e quis retornar com a mesma originalidade. Por oras fracassei, outras superei.

Sou daquele tipo de pessoa (bichinho do mato, assim é como minha mãe e meu pai definem este ser que vos escreve) que fica blasé diante um “Parabéns pra você” ou na entrega de algum presente. Perco a locomoção, coordenação e talvez outros sentidos importantes.
Pq¿ Sei lá. Talvez excesso de timidez.

Nunca tentei curar esse tipo de coisa. Sei agradecer de forma tosca e estranha.
Essa semana fui surpreendida em plena quarta-feira.
Um exemplar de Charles Bukowski. O autor da proeza ainda fez questão em comprar o que tanto falamos durante o ano: “Numa Fria”.

Em frente à banca de jornal, devo ter lançado um sorriso bobo e meus braços devem ter feitos movimentos toscos em forma de agradecimento. Espero que ele não tenha achado que sou lesada.

Ainda estou no começo, mas a diversão já é dada como garantida.
Uma das frases que o sujeito de bom gosto disse: “Você precisa conhecer Bukowski. Você é tão ácida quanto ele”.

Amigos são assim: na simplicidade dos gestos e da boa cia. valorizam qualquer dia ou qualquer noite pacata.

Ao som de Chico Buarque, comecei a leitura. E ainda plantei um feijão no algodão para decorar a sala.

Surreal

Bem, hoje acordei com a sensação de tudo em câmera lenta. Talvez pq dona Fernanda e seus sérios problemas com despertador deixassem o dia punk.
Segundo Mari, eu parecia uma galinha em looping: “Oh Fê, Fê, acorda Fê! Fezinha, acorda muié”. Talvez ela não lembre (Mari lembra) da melhor estratégia: colocar Orquestra Imperial (música Vatapá) para ela acordar. Não funcionou, talvez tenha sonhado com o Amarante nesse meio tempo.
Das 7 às 8 am essa menina estava com um sono surreal.
Eu e Mari abdicamos do nosso sono para fazer com que esta cidadã não perdesse o fretado do canal 4.
A luta foi longa mas longe em ser chata. Pelo contrário, “engraçadísssimo” !
Fê, dormir 2 horas não faz parte do seu cotidiano.
Nós (corujas) aconselhamos a você um domingo inteiro de muito sono.

3 de dez de 2008

Um olhar muda o significado das coisas.


E acompanhando os pensamentos com ênfase sobre Natal, hoje aqui no apê observei cenas engraçadas com meu pequeno Amandí.
A cada dia que passa esse felino ganha uma personalidade surpreendente.
Tudo vira brinquedo perto dele: sacola, cadarços, canetas, borboletas distraídas, tampinha de garrafa de cerveja, meus anéis, toalha da mesa...
Minha mãe está em pânico. Petúnia sempre foi uma gata aparentemente pacata.
O novo inquilino tem um pique que foge da normalidade.
Mas muitas coisas que ele faz, comparo com as atitudes das crianças.
Não consigo ver como um problema.
Hoje mesmo, estava às pressas para tomar banho, pentear o cabelo, almoçar e sair correndo para não perder o ônibus e nesse turbilhão de coisas a fazer em pouquíssimo tempo, Didico (apelido) o tempo todo lançava seus pulos ninjas nas minhas pernas para roubar minha atenção.
Ignorei seus atos insanos para não chegar atrasada no trabalho.
Mas eis que ele consegue ser mais atrevido possível.
Sobe na mesinha onde minha mãe montou a árvore de Natal e decide pokear com os elementos do Presépio.
Os animais foram os primeiros a receberem os golpes mais fortes.
Um deles caiu e perdeu a cabeça.
As pedrinhas foram todas ao chão.
Os sininhos da árvore foram os objetos roubados mais preciosos.
Mas o menino Jesus ele apenas olhou. Não houve golpes ou furtos.
A árvore recebeu boas mordidas.
Essa cena foi rápida, uns 5 minutos acho.
Não consegui brigar com ele.
Ele estava feliz em ser mais um elemento no Presépio.
Pena que não tem classe para tal função.
Não sei se um gato teria sentido em estar presente em um momento histórico.
Mas não custa tentar a sorte em poder estar lá.
A foto entrega a felicidade desse pequeno adorável.

Perguntas difíceis.


Memórias de um dia bom.

Era domingo de manhã.
10:00 h.
Cedo para quem foi dormir às 5:00 h.
Muitos abraços apertados e ansiosos para mais um domingo.
Um deles chegou com óculos de natação falando bem alto:
“Sou um reptiliano!”
Depois de 4 dias, essa confissão fez sentido. Novelas sobre mutantes. Preciso assistir mais TV para entender esse universo infantil.
Era dia de montar a árvore de Natal.
Há muito tempo não faço isso.
Minha mãe fez questão em comprar uma dessas pequenas, quase um bonsai, para colocar no cantinho do apartamento. Já vem pronta com enfeites. Não tem graça na organização.
Mas a árvore deles teve um encanto.
Cada um confeccionou o próprio Papai Noel de papel para enfeitar a pequena árvore.
Um alvoroço só.
Teve uns que deixaram a sopa de lado só para continuar na elaboração.
Confesso que não sou uma assistente decente nas aulas de Educação Artística, mas a imaginação foi lá nas alturas em fazer um Papai Noel com a minha cara.
A empolgação foi tamanha que esqueci em ajudar na confecção de cada um.
Mergulhei na infância que ficou no passado e criei um desenho que gerou cópias engraçadas.
Um deles questionou:
“Pq seu Papai Noel é dessa cor¿”
Não lembro da minha resposta.
Mas lembro bem das carinhas recheadas de curiosidade em ver um Papai Noel tão colorido e retrô.
No fundo, acredito que às vezes vale a pena seguir o que já existe. O belo que permanece na imaginação. Por outro lado, inventar sem ter explicações faz da vida pura graça e satisfação.


Queridos, eis a foto do meu Papai Noel mega-hype-style-in-jet setter.

E teve pequenos que já demonstraram insatisfação em ter que desmontá-la no dia 6 de janeiro. Até lá, colheremos muitas histórias e dias felizes para nós.

2 de dez de 2008

Recomeço.

Dezembro chegou.
Época de reflexões.
Não lamento muita coisa, talvez pouco tempo dedicado a quem merecia abrigo no coração.
Mas temos muitos "Giros Lunares" pela frente.
Arriba! Muito estudo nos próximos meses. Por conta própria.
Pós ainda é uma dúvida, enquanto isso a distração fica por conta das revistas do cotidiano.
Metas: Mais Isabel Allende, mais Woody Allen e visitinhas ao Vitrine para refrescar as idéias.

E Amaury Jr. para desfrutar de muito glamour nas horas em que o tédio contamina.

Ao som de Valerie da querida Amy, começo a quarta-feira procrastinando muita coisa.

Dentre elas, dormir.

1 de dez de 2008

Tempos novos.

Carta à Ariana.

Estive ausente das suas e das minhas notícias. Mas não te esqueci. Apenas o tempo foi preenchido por importâncias e inutilidades. No meio de tudo isso, não fui capaz em separar um tempinho procê. Desculpas não caem bem no momento. Foram tantas promessas de reencontros que perdi a sua confiança. Tanta coisa mudou depois do último encontro. Consigo dar pinceladas de informações através dos nossos e-mails, mas tanto eu quanto você sabemos que não é o suficiente.

Precisamos repor as velhas conversas como antes fazíamos tão bem.

Antes éramos um quarteto. Hoje não mais.
Não quero que o reencontro permita falar sobre assuntos ligados ao passado.
Mas vocês estão ligados a isso e será uma tarefa difícil de pular.
Não dói mais falar sobre o que um dia foi desagradável, mas hoje isso é algo que me dá tédio.
Podemos falar sobre canetas? Ou sobre esmaltes? Quem sabe sobre aviões?
Claro que podemos.
Dará chance a velha amiga furona?

Ari, o tempo levou um tempo que foi nosso. Mas trouxe momentos melhores.
E são esses que quero dividir com você.

Pq a confiança que depositamos na amizade, o tempo não leva, apenas transforma.
E transformou em algo bom e bonito.

Beijo de quem lhe quer bem.

Avid boy!

Ele é calmo.
Ele fala de forma calma.
Ele é peça rara.
Dessas para guardar no coração.
Menino do interior.
Desses que conhecem o melhor ar.
Sorriso fácil.
Abraço apertado.
Um encanto de pessoa.
Um mundo fascinante em forma de gente.
Impossível não gostar dele.
Dono dos assuntos interessantes.
Doce dividir as tardes insanas com você.
Ainda mais quando dá aquela gargalhada.
Quando ri dos meus erros e pede explicações típicas da FUVEST segunda fase.
Fá, você salva qualquer dia entediante.
Como diria Marco Camargo: “tem talento de sobra” + “seja tijolo” e outras.

Acasos.

Ultimamente os encontros com os amigos só funcionaram por falta de marcar.
O acaso nos salvou.
Os que marcamos, poucos “vingaram”.
Sexta foi um dia bom.
Novembro foi um mês bom.
Eu e Fezita até tentamos marcar algo, mas eu cheia de “pq´s” adiei para outro dia.
O acaso favoreceu e deu para ir ao nosso point favorito na própria sexta.
Lá encontramos o querido Anderson, cheio de sorrisos, amigos e novidades. Avisou que no M.I.S. no dia seguinte teria uma palestra incrível.
Prometemos que a presença era dada como certa.
Não fomos. E nem ele foi.
Mas valeu ficar no Vitrine.
Ceará sempre incrível.
E nós como sempre, a fechar estabelecimentos.
Que dezembro seja tão bom quando novembro foi.
Recheado de amigos perdidos no acaso.


Bruna, o abraço está marcado para este mês. Só não digo a data para poder funcionar.