Sinta-se em casa!

Entre e deixe a porta aberta.
Aguenta firme que vou ali pegar uma breja.

5 de dez de 2008

Banca de Jornal.

Pensei muito nesse texto. Na verdade, qual assunto ele deveria conter.
Dentre tantos temas que adoraria desabafar este não foi um dos primeiros da lista. Mas o único que as palavras vieram fáceis ao papel (sim, eu não escrevo direto no PC, aliás, tenho pavor disso).

Falarei sobre atitudes simples que conquistam meu bom humor.Tanta coisa já ganhei e quis retornar com a mesma originalidade. Por oras fracassei, outras superei.

Sou daquele tipo de pessoa (bichinho do mato, assim é como minha mãe e meu pai definem este ser que vos escreve) que fica blasé diante um “Parabéns pra você” ou na entrega de algum presente. Perco a locomoção, coordenação e talvez outros sentidos importantes.
Pq¿ Sei lá. Talvez excesso de timidez.

Nunca tentei curar esse tipo de coisa. Sei agradecer de forma tosca e estranha.
Essa semana fui surpreendida em plena quarta-feira.
Um exemplar de Charles Bukowski. O autor da proeza ainda fez questão em comprar o que tanto falamos durante o ano: “Numa Fria”.

Em frente à banca de jornal, devo ter lançado um sorriso bobo e meus braços devem ter feitos movimentos toscos em forma de agradecimento. Espero que ele não tenha achado que sou lesada.

Ainda estou no começo, mas a diversão já é dada como garantida.
Uma das frases que o sujeito de bom gosto disse: “Você precisa conhecer Bukowski. Você é tão ácida quanto ele”.

Amigos são assim: na simplicidade dos gestos e da boa cia. valorizam qualquer dia ou qualquer noite pacata.

Ao som de Chico Buarque, comecei a leitura. E ainda plantei um feijão no algodão para decorar a sala.

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