Sinta-se em casa!

Entre e deixe a porta aberta.
Aguenta firme que vou ali pegar uma breja.

3 de dez de 2008

Perguntas difíceis.


Memórias de um dia bom.

Era domingo de manhã.
10:00 h.
Cedo para quem foi dormir às 5:00 h.
Muitos abraços apertados e ansiosos para mais um domingo.
Um deles chegou com óculos de natação falando bem alto:
“Sou um reptiliano!”
Depois de 4 dias, essa confissão fez sentido. Novelas sobre mutantes. Preciso assistir mais TV para entender esse universo infantil.
Era dia de montar a árvore de Natal.
Há muito tempo não faço isso.
Minha mãe fez questão em comprar uma dessas pequenas, quase um bonsai, para colocar no cantinho do apartamento. Já vem pronta com enfeites. Não tem graça na organização.
Mas a árvore deles teve um encanto.
Cada um confeccionou o próprio Papai Noel de papel para enfeitar a pequena árvore.
Um alvoroço só.
Teve uns que deixaram a sopa de lado só para continuar na elaboração.
Confesso que não sou uma assistente decente nas aulas de Educação Artística, mas a imaginação foi lá nas alturas em fazer um Papai Noel com a minha cara.
A empolgação foi tamanha que esqueci em ajudar na confecção de cada um.
Mergulhei na infância que ficou no passado e criei um desenho que gerou cópias engraçadas.
Um deles questionou:
“Pq seu Papai Noel é dessa cor¿”
Não lembro da minha resposta.
Mas lembro bem das carinhas recheadas de curiosidade em ver um Papai Noel tão colorido e retrô.
No fundo, acredito que às vezes vale a pena seguir o que já existe. O belo que permanece na imaginação. Por outro lado, inventar sem ter explicações faz da vida pura graça e satisfação.


Queridos, eis a foto do meu Papai Noel mega-hype-style-in-jet setter.

E teve pequenos que já demonstraram insatisfação em ter que desmontá-la no dia 6 de janeiro. Até lá, colheremos muitas histórias e dias felizes para nós.

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