Sinta-se em casa!

Entre e deixe a porta aberta.
Aguenta firme que vou ali pegar uma breja.

1 de dez de 2008

Tempos novos.

Carta à Ariana.

Estive ausente das suas e das minhas notícias. Mas não te esqueci. Apenas o tempo foi preenchido por importâncias e inutilidades. No meio de tudo isso, não fui capaz em separar um tempinho procê. Desculpas não caem bem no momento. Foram tantas promessas de reencontros que perdi a sua confiança. Tanta coisa mudou depois do último encontro. Consigo dar pinceladas de informações através dos nossos e-mails, mas tanto eu quanto você sabemos que não é o suficiente.

Precisamos repor as velhas conversas como antes fazíamos tão bem.

Antes éramos um quarteto. Hoje não mais.
Não quero que o reencontro permita falar sobre assuntos ligados ao passado.
Mas vocês estão ligados a isso e será uma tarefa difícil de pular.
Não dói mais falar sobre o que um dia foi desagradável, mas hoje isso é algo que me dá tédio.
Podemos falar sobre canetas? Ou sobre esmaltes? Quem sabe sobre aviões?
Claro que podemos.
Dará chance a velha amiga furona?

Ari, o tempo levou um tempo que foi nosso. Mas trouxe momentos melhores.
E são esses que quero dividir com você.

Pq a confiança que depositamos na amizade, o tempo não leva, apenas transforma.
E transformou em algo bom e bonito.

Beijo de quem lhe quer bem.

Um comentário:

  1. AMEI!!
    CAROOOOLLLLLLL, tudo na vida é passageiro: amor, a dor, estudos, trabalho.....mas amizade verdadeira não!
    não perdi a confiança, confio em vc e na nossa amizade,sei que nossos caminhos as vezes seguem por uma trilha distante, mas não que seja impossivel de nos encontrar, o quarteto foi uma ponte para nossa amizade e mesmo que ele não exista mais e a ponte tenha caído eu já estava do outro lado, ao lado da sua amizade!!
    SAUDADES!
    AMOOOOOOOOOOOOO

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