Sinta-se em casa!

Entre e deixe a porta aberta.
Aguenta firme que vou ali pegar uma breja.

1 de dez de 2008

Tempos novos.

Carta à Ariana.

Estive ausente das suas e das minhas notícias. Mas não te esqueci. Apenas o tempo foi preenchido por importâncias e inutilidades. No meio de tudo isso, não fui capaz em separar um tempinho procê. Desculpas não caem bem no momento. Foram tantas promessas de reencontros que perdi a sua confiança. Tanta coisa mudou depois do último encontro. Consigo dar pinceladas de informações através dos nossos e-mails, mas tanto eu quanto você sabemos que não é o suficiente.

Precisamos repor as velhas conversas como antes fazíamos tão bem.

Antes éramos um quarteto. Hoje não mais.
Não quero que o reencontro permita falar sobre assuntos ligados ao passado.
Mas vocês estão ligados a isso e será uma tarefa difícil de pular.
Não dói mais falar sobre o que um dia foi desagradável, mas hoje isso é algo que me dá tédio.
Podemos falar sobre canetas? Ou sobre esmaltes? Quem sabe sobre aviões?
Claro que podemos.
Dará chance a velha amiga furona?

Ari, o tempo levou um tempo que foi nosso. Mas trouxe momentos melhores.
E são esses que quero dividir com você.

Pq a confiança que depositamos na amizade, o tempo não leva, apenas transforma.
E transformou em algo bom e bonito.

Beijo de quem lhe quer bem.

Avid boy!

Ele é calmo.
Ele fala de forma calma.
Ele é peça rara.
Dessas para guardar no coração.
Menino do interior.
Desses que conhecem o melhor ar.
Sorriso fácil.
Abraço apertado.
Um encanto de pessoa.
Um mundo fascinante em forma de gente.
Impossível não gostar dele.
Dono dos assuntos interessantes.
Doce dividir as tardes insanas com você.
Ainda mais quando dá aquela gargalhada.
Quando ri dos meus erros e pede explicações típicas da FUVEST segunda fase.
Fá, você salva qualquer dia entediante.
Como diria Marco Camargo: “tem talento de sobra” + “seja tijolo” e outras.

Acasos.

Ultimamente os encontros com os amigos só funcionaram por falta de marcar.
O acaso nos salvou.
Os que marcamos, poucos “vingaram”.
Sexta foi um dia bom.
Novembro foi um mês bom.
Eu e Fezita até tentamos marcar algo, mas eu cheia de “pq´s” adiei para outro dia.
O acaso favoreceu e deu para ir ao nosso point favorito na própria sexta.
Lá encontramos o querido Anderson, cheio de sorrisos, amigos e novidades. Avisou que no M.I.S. no dia seguinte teria uma palestra incrível.
Prometemos que a presença era dada como certa.
Não fomos. E nem ele foi.
Mas valeu ficar no Vitrine.
Ceará sempre incrível.
E nós como sempre, a fechar estabelecimentos.
Que dezembro seja tão bom quando novembro foi.
Recheado de amigos perdidos no acaso.


Bruna, o abraço está marcado para este mês. Só não digo a data para poder funcionar.