Sinta-se em casa!

Entre e deixe a porta aberta.
Aguenta firme que vou ali pegar uma breja.

12 de dez de 2008

Fim de projeto.

Promessas.
A intenção é sempre boa, mas nem sempre vira realidade.
E fim de ciclo é sempre assim: “Não perca o contato”, “Anota meus números”, “Borá marcar alguma coisa”, “sentirei saudades”, choros...
Isso aprendi a lidar desde os famosos “últimos dias de aula” em qualquer ano em minha vida (sim, acabei por concluir que fiquei apenas um semestre sem estudar desde os meus 5 anos, hoje estou com vinte e seis Brasil! Uma balzaca rabugenta)
Quantas frases desse tipo escutei, falei, acreditei e descobri que nem sempre acontecem.
Culpa de quem?
Do destino?
Da preguiça?
Do boi?
Vai saber...
Mas o bacana é conseguir levar para qualquer lugar pessoas que realmente fizeram a promessa e estão aqui. Lado a Lado. Truta como diriam os nativos do East Side!
Fim de projeto é isso aí. Esse sentimento aparece e começa a dar uma agonia danada.
Quem realmente irá ultrapassar a barreira da promessa e fazer verdade?
Dessa vez não será como no tempo do primário ou colegial onde a camiseta que era usada como uniforme de escola virou mural de recadinhos com canetas e canetões.
A vida adulta abomina isso.
Mas só converte a intenção de outra forma: lembranças registradas no coração.

Quanta coisa passou por nós. Das mais tolas as mais felizes ao longo desses meses.
E experiência para usar nos próximos passos.
Desde enganar o Avid à não fazer minhocadas para não zangar o menino-robô que veste Sérgio K.



Mas deixei a desejar muito.
E disso, também aprendi a correr atrás.
E agora sigo no caminho do artesanato.

Não nasci para ser rica (concluí isso ontem na balada). Nasci para roer minhas unhas e comer lichias. Acho de bom tom.

Penso que Danilo ficaria orgulhoso em saber disso.

Aos amigos que tanto quero bem.

Prometi para Fernanda que o texto seria mais uma parte da série “Minha vidinha démodé”.

Eis menina ruiva. Texto sobre o poder da amizade. E que sirva para todos os poucos mas especiais amigos que adquiri ao longo dos meus vinte e seis anos. E olha que sempre fui "bichinho do mato". Da turminha que ficava encostada na parede só observando os demais. Só tinha interesse em fazer amizades com pessoas coloridas. Um preconceito que carrego até hoje e sei lá se tem cura. Mas que faz um bem danado. Tirando o Betão Lugatto (que só usa preto e cinza), na maioria, todos muitos coloridos.

Faço o melhor que sou capaz só para viver em paz” – Los Hermanos

Minha licença poética é: “Faço o melhor que sou capaz só para viver em paz e ter o teu amor”...hauhuaa...

essa frase surgiu no final de uma ligação, para mostrar à esta querida amiga e leitora que eu sou brega até dizer chega. Ponto. Prometi e cumpri Fê.

Parafraseando um amigo que tenho como inspiração na TV (Sr. Santello): "Deposite este elogio em minha conta bancária!" o texto segue:

Claro que ela riu. Amigo também serve para fingir que a piada é bacana mesmo que ela passe bem longe da intenção.

Amigo é para contar segredo mesmo que ele não diga uma palavra de conforto e sim um olhar que nada diz.

Amigo é para aparecer em casa, sem avisar e ainda dizer que teu pijama não é tão brega assim (mesmo que você esteja com camiseta de vereador, meia furada e calça de moletom).

Amigo é para fazer o dia mais engraçado.

Amigo é para lembrar que você tem tanta coisa boa e que precisa melhorar mesmo assim.

Amigo é para rachar a comanda no boteco mesmo que você só tenha ingerido água.

Amigo é para dançar qualquer música só para te tirar da tristeza.

Amigo é para cuidar do teu bicho de estimação como se fosse dele.

Amigo é para fazer com que tua mãe diga (lá no alto da inocência): “se a Carol saiu com fulano (a) então tá tudo bem!”

Amigo é para você ligar às 3 da manhã só para dizer oi e sem reclamar.

Amigo é para você rabiscar a mão com caneta de DVD.

Amigo é para você falar dos teus dramas, alegrias e ele ali: disposto a ouvir e dar o melhor abraço do mundo.

Amigo é para fazer parte da família mais que muito parente ausente.

Amigo é para você fazer o melhor prato da gastronomia pela primeira vez e fazê-lo experimentar.

Amigo é para dividir mas isso não sei fazer bem.

Amigo é pra você emprestar livros, revistas, cd´s, dvd´s, roupas, calçados e perfumes sem pensar duas vezes.

Amigo é para você dizer eu te amo com a certeza que não é da boca pra fora ou moda fútil de Orkut.

Amigo é para fazer dos teus dias os melhores que possa ter.

Amigo é como ar: fundamental para a sobrevivência.

Para dar leveza, certeza e a nobreza que só o amor traz e ensina.

Aos amigos que colhi lá desde o Jardim 1, Jardim 2 (sim, sou da época que as denomiações eram assim jovens!), do primário, do colegial, dos cursinhos e da faculdade.
Que venham amigos da Pós Graduação,
dos Cursos de Molhos no Senac,
dos cusos de corte e costura,
das bandeirolas mexicanas,
do macramê, dos metrôs,
dos trens,
dos rolês
e até (pq não?!) das baladas.



Um brinde (com água) à vocês.

Um passo.

“Tudo mudou entre nós e só você não percebeu.
Pq banalizar aquilo que pode ser certo enquanto durar?
Não lembro como começou.
E nem onde parou.
O que sei é que a distância abraça meu medo e dá um aconchego melhor que o seu.
Vou e levo você na alma.
Mas quando ousar olhar para trás, noto você mais feliz.
E me dá fé para caminhar a estrada sem você.
Mesmo que isso não seja o que acho certo e justo.
Mas não sei lutar por você.
Pena para mim.
Sorte para você
.”

Royal Party - um, dois, três.

Chatona hoje. E não posso usar a desculpa da TPM pq não estou.
Mas isso tem motivo.
Mas passa logo.
Talvez com Coca-Cola.
Noite fantástica.
Royal – Fê e Camila – Músicas desde Latino ao hit “Disturbia”.
Muito “Chemical Brothers”.
Antes, uma passadinha na padoca.
Sim, pq de hoje em diante os dias serão intensos e foi uma balada de “despedida da vida mansa”.
Melhor impossível.
Balada recheada de “bacanas” com roupas da Lacoste, Puma e Adidas. Meninas com chapinhas, salto alto, vestidos e muito, mas muito paetês.
Eu? Roupa de ir à missa aos domingos. Blusa de crochê branca, calça jeans “batida”, All Star encardido e unhas roídas. Chapinha? Nem.
Apenas um torto rabo-de-cavalo com franjinha típica de emo. Make up bem básico feito rumo ao lugar.
Acessórios? Os de sempre.
Relógio de 10 pilas comprado na BF.
“Sem paetês, miçangas ou qualquer coisa que fizesse ser ponto de referência na ‘pista de dança” (termo nostálgico esse heim?!)

O problema é a volta pra casa.
Sensação da realidade insana.

De que vale um ambiente lotado de pessoas descoladas se é um menino bobo que tira minha atenção?