Sinta-se em casa!

Entre e deixe a porta aberta.
Aguenta firme que vou ali pegar uma breja.

30 de mar de 2009

La montagne magique.

Medir a distância entre o primeiro passo e o porto seguro é minha ambição.

A felicidade é + gostosa - saboreada aos poucos.

23 de mar de 2009

coisas com "c" minúsculo.

Hoje acordei feliz da vida.
Olhei no relógio e vi: 4:00 PM
Minha nossa, perdi mais da metade do dia dormindo.
Nenhum problema para quem não tem nada planejado.
Celular no silencioso para esquecer o mundo.
Decidi não tomar banho, não limpar o apê e ver tv o dia todo.
Planos incríveis não?
Começou o meu checklist ficar fora do planejado.
Pensei em tomar banho.
Tomei.
Limpei o apê tão bem que nem parece que dona Nenê veio aqui na sexta-feira e fez faxina geral.
Não desmerecendo a sua limpeza, mas a minha foi questão de honra.
Objetos jogados fora, limpar bonequinhos de resina com ajuda de cotonete e alcool, lavar todos os potes plásticos da minha mãe...essas coisas que dona Nenê não faria tão cedo.
e nem liguei a tv.
Fiquei no pc pesquisando sobre zilhões de coisas.
A pesquisa mais interessante foi sobre a origem da pérola.
Agora são 01:32 da madrugada e sigo em direção à cozinha lavar a área de serviço e fazer uma torta de frango.
quem disse que perdi meu dia dormindo?
Ganhei inspirações...
Note ligado bem alto (vizinhos não reclamem) ao som: "Hoje quero sair só" do Lenine para animar a mania de limpeza...

Cheiro de Veja, alcool e sabão em pó no ar....

Milan Kundera

Nas palavras dele faço as minhas:

Para que serve um amigo?
Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona pra festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra.
Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.

Milan Kundera diz que amizade serve para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar.

Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos.Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo construído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos.

Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta.Um amigo não recomenda apenas um disco. Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.Um amigo não dá carona apenas pra festa.
Te leva pro mundo dele, e topa conhecer o teu.Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o reveillon.Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.

Duas dúzias de amigos assim ninguém tem.

Se tiver um, Amém."

"Seguir encantado ao lado teu" - CHICO BUARQUE

Na pesquisa pelas definições do meu signo criei este conto. Espero que goste.

“Uma longa e bonita história construímos juntos. Tempestades e brisas passaram por nós. Demos tempo ao tempo até demais às vezes. Momentos pediam silêncio quando falávamos muito. Não notamos na hora certa. Ri quando não podia, chorei por falta de palavras e acostumei com a falsa segurança que às vezes o amor nos dá. Escrevi tolices e coisas do coração. Você entendeu de forma bonita. Seu jeito de enxergar meus atos. Um jeito tão seu de ser. E nem eu tinha tanta intenção boa conforme você pensou. O acaso fez de nós cúmplices das nossas conquistas. A admiração era mútua e recíproca. Mas um dia estava prestes a findar tudo isso. Saudades das conversas longas e sem silêncios. Mas o tempo passou, construímos muitas coisas. Dessa vez não de forma em conjunto. Paralela eu diria. Mas o que eu mais quis por você, por nós e muito mais por mim tive a certeza naquele olhar:
fui importante pra você e isso basta

SÉRIE: "Minha vidinha démodé"

Guia Prático da Carol

A insônia permitiu a ociosidade em buscar definições sobre Virginianos. Muitas coisas eu descartei. Outras...eu fiquei incrédula pela semelhança. Juntei tudo e criei Guia Prático da Carol.

La joie de vivre baby!

Áries entusiasma e leva o calor do sol à preocupação de Virgem.

O nervosismo e a vontade de ser perfeito de Virgem pode atrapalhar a maneira calma de curtir a vida sem grandes tormentos de alma do Touro.

Virgem e Gêmeos são nervosos e instáveis demais, mentais em excesso e críticos em níveis diferentes.

Virgem coloca um pouco de racionalidade e praticidade no mundo de sonhos de Câncer, que por sua vez fertiliza as idéias de Virgem, sempre tão ocupado com a dimensão mental da vida.

Virgem e Leão são românticos e individualistas, precisarão equilibrar a vontade de falar de si com a vontade de ouvir o outro.

Virgem com Virgem são instáveis, temem compromissos aprisionantes, vivem em tensão permanente. Nervosos e mentais e podem se tornar críticos em excesso, procurando descobrir utilidade em tudo. Isso acaba por irritar a própria organização perfeita que pretendiam da vida conjunta.

Libra tem a necessidade de conhecer pessoas e agitar a vida social podendo incomodar Virgem, que prefere mais sossego e gosta de ter seus momentos de retiro e descanso.

Virgem e Escorpião: Os dois são detetives amadores, e sentem uma atração fatal por investigações de qualquer natureza. Para o escorpião, quanto mais mistérios, melhor. Já virgem vai brecar esta atração por enigmas quando isso começar a se tornar sinônimo de problemas.

Virgem e Sagitário: Quando partem para a competição são capazes de tirar um ao outro completamente do sério!

Virgem e Capricórnio: podem ser companheiros inseparáveis, que se apóiam e se entendem em uma longa e confortável.

Virgem e Aquário: Um se liga no espaço social e intelectual enquanto o outro se conecta com o tempo de viver aqui e agora.

O mais interessante (pq será?rs) – Virgem e Peixes: Os signos opostos que se atraem na juventude, se desentendem na maturidade e se alimentam na velhice podem aprender muito um com o outro. Na verdade, o sentimental Peixes faz Virgem entender que a realidade só serve como manifestação de algo que precisa existir antes. Por outro lado, Virgem ensina Peixes que é preciso organização até para fazer arte.



O ser de Virgem pode ser um poço de sensibilidade e emoção, mas geralmente faz de tudo para disfarçar que se sente vulnerável ao que acontece ao seu redor. Se você acha que ele é muito crítico e exigente com você, imagine como é consigo mesmo...

Leva a autocrítica ao extremo e pode se sentir responsável e culpado por qualquer coisa que sai errado. Inteligentes e observadores, virginianos apreciam toques de humor e ironia, mas não em cima deles, claro. Muitos são sérios e rigorosos, vai ser bom fazê-los rir e brincar.
Questionadores, racionais, podem levar algum tempo para entender uma boa piada. Há também, mais raros, aqueles que são bem ao contrário, os que riem sozinhos (e fazem os outros rirem), se divertindo com os detalhes tão pequenos da vida cotidiana e das pessoas.

De uma forma ou outra, estão atentos às sutilezas e vão gostar de ver que você está ligado às suas percepções e é cúmplice de suas idéias.

Uma boa maneira de se aproximar ou chamar sua atenção é trabalhar com ele, compartilhando sua necessidade (às vezes compulsiva) de contribuir para o mundo. Adoram se sentir necessários e úteis, enfim, que são importantes pra você... Consertar o seu chuveiro ou costurar suas meias pode ser uma prova de amor como nenhuma outra - saiba reconhecer e valorizar seus gestos de carinho.

Um final de semana longe da cidade pode ser revitalizador e estimulante.

Com esse perfil, o virginiano jamais será vítima de psicoses violentas ou depressões prolongadas. Terá apenas muitas pequenas neuroses, neurose de limpeza, mania de doenças, desânimos cíclicos, tudo absolutamente controlável.

Após pesquisar tanto sobre signo de virgem, eis minha auto-definição:

Sou um amor de pessoa!

21 de mar de 2009

Sábado de trabalho.

Conto do dia:

Cá estava eu voltando do trabalho rumo ao metrô pensando na possível janta. Eis que meu pensamento é interrompido por uma canção.
A voz era uma mistura de Raul Gil com Cauby Peixoto.
Um bar, um karaokê e um senhor.
Essa era a cena que vi logo adiante.
Caminhei lentamente para ver os detalhes.
Ele estava empolgado.
6 pessoas no grande boteco.
Todas atentas à cantoria.
Enfeitiçadas também.

Pensei em dividir a canção com ele.

Não conhecia a letra o suficiente para arriscar.

Desisti.

Voltei a pensar na janta.

O encontro.

Juntei as 3 partes para facilitar.

Espero que gostem do texto da série "Minha vidinha démodé"

O começo.

Um som distante revelava o amanhecer. Ele acordou com a certeza que estava atrasado como de costume. Olhou para o relógio digital que piscava e mostrava o horário estranho: 00:15 h. Com a janela do quarto fechada, não conseguia saber se era dia, tarde ou noite. O relógio não era confiável no momento assim como o de ponteiro, nessa ocasião poderia ser meio dia ou meia noite. Provavelmente essa foi a hora que tenha acabado a energia ou aquela comum “queda de energia” como diria minha avó.
Ele ficou por alguns segundos pensando em mil coisas ao mesmo tempo. Imaginou o horário real, se tomaria banho ou não, em um relógio de backup que nunca pensou em ter ou qual explicação dar ao chefe.
Afinal, ao longo dos 15 anos de empresa, já deve ter matado muitos parentes em suas justificativas de falta ou atraso no trabalho. Mas isso não o tornava um funcionário ruim. Ele era mediano, aliás como em qualquer setor na sua vida. Nos tempos de infância, nenhum professor decorava seu nome, pois não era o aluno das melhores notas ou das piores. Isso acontece com todos que são assim. Eu pelo menos não lembro dos medianos que passaram em minha vida. Não era o bagunceiro ou o colorido. Na adolescência não aderiu a nenhuma tribo, sempre manteve o visual comum, típico daqueles que só usam roupas que foram repassados por primos e irmãos. Nunca fez uma tatuagem ou colocou um piercing. O cabelo era liso, castanho escuro e sem um penteado da moda. Dentes brancos, bem cuidados e sorriso cativante. Tirando sua acidez, sua arma de sedução era a risada fácil.
Tinha uma piada sempre na ponta-da-língua. Em velório de um amigo de infância, fora capaz em dizer à mãe do falecido:

- Pense pelo lado positivo. Adriano não precisará mais pagar as contas do mês e nem enxugar os dedos dos pés. Ele sempre reclamava disso.

A mãe conseguiu sorrir. Não sabemos se foi uma maneira educada em retribuir tal apoio ou simplesmente tenha achado graça.

Após levantar e dar os primeiros passos daquela quarta-feira nublada, ele decidiu fazer tudo sem pressa. Como estava atrasado, correr seria bobagem. Precisava de tempo para inventar a desculpa ou a verdade que faça com que o coordenador não tenha coragem em brigar por tamanha desenvoltura. Tomou banho, preparou a vitamina e ainda comeu um pão francês guardado há 3 dias no forno. Pegou o uniforme e vestiu sem pressa. Dono de apenas um par de sapatos colocou e reparou no furo pequeno que há tempos estava ganhando outras proporções. Ao invés de pensar em comprar um novo, pensou em como fazer com que o buraco não aumentasse. Isso define este sujeito. Ele não gosta do novo, procura inovar o que já tem. Assim como todos os setores de sua vida.
Um ônibus lotado, duas linhas do metrô e uma caminhada de 18 minutos. Era assim de segunda a sábado. Em dias de chuva isso mudava um pouco. No trabalho, deu sorte que o coordenador não havia dado “às caras” por lá. Não batia cartão. Ali o esquema era cara-a-cara.Trabalhou de forma mais rápida possível para ganhar o tempo perdido devido ao atraso. Ele tinha um chekclist muito grande e a cada “ok” escrito no papel um alívio memorável.
Dia longo. Dia rápido. Oscilava conforme as horas.
No caminho de volta para a casa ele não esperava tal encontro. Não houve tempo para atravessar a rua ou entrar em alguma loja para evitar conversas.
Aconteceu de forma rápida e brusca.
A única coisa que pôde pensar foi:
- Justo hoje em que o dia começou curto pode acabar longo demais.

O meio.

Ela chegou perto e lançou o sorriso contido que ele tanto conhecia. Segundos, minutos e horas passaram naqueles instantes. Impossível cronometrar. Essas coisas são assim. Ele apenas disse:

- Oi.

Ela retribuiu com a mesma frase pronta daqueles que não sabem puxar conversa de forma original:

- Oi. Tudo bem¿ Como está¿

- Bem. Um pouco cansado. Não gosto de reclamar, mas pra você isso não é problema. Afinal, uma psicóloga vive disso não¿

Ela riu.
Esse foi um dos motivos que o coração dele cedesse espaço para ela por tantos anos. Uma mulher que entendia o diferencial mesmo quando ele errava o momento certo em contar piada.

- Não sou mais. Quer dizer, não exerço tal função. Hoje vivo de artesanato. Ganhei bons contatos com as tardes no consultório. Bons amigos que indicaram meu novo dote. Decidi investir em mim. Deixar de escutar aos outros e ouvir meu Eu. Comecei a malhar e ter aulas de dança de salão. Homens exigentes no mercado.

Ela e muitas mulheres no mundo tem essa mania em mostrar aos “ex” certas coisas que não tem fundamento para eles como tem para elas. Tal informação era preciosa para um pseudo-ciúmes, mas ele, assim como muitos, apenas disse:

- Legal. Bom te ver. Não perca contato ok¿ Beijo. Tchau.

- Digo o mesmo. Apareça. Quer dizer...não suma.

A conversa foi interrompida por aquilo que ele tanto tentava esquecer: o amor.
Ali estava guardado o que o tempo não apagou. Apenas jogou para debaixo do tapete. E alguém levantou e fez questão em entregar ao proprietário.
O amor é assim, chega, conquista e segue em frente, seja para um novo ou velho amor. Ele não some, simplesmente acha uma direção.
Seguiu o trajeto de sempre, dos 15 anos de empresa. Jamais pensou em pegar outra avenida, outro ônibus ou um passo mais rápido. Quando o que você mais quer é ficar em silêncio, sempre tem alguém disposto a desafiar essa vontade e colocar à prova a sua paciência e anos de Yôga e Pilates.O porteiro demorou a atender o interfone. Ele insistiu com uma grande diferença de segundos de um toque para o outro.
Pura educação. Nada. Decidiu segurar o botão e ser o inconveniente. Portão abriu. Uma piada tão sem graça quanto às suas acontece:

- Calma. Quem tem pressa come cru. Envelhece rápido.

Não obteve resposta. Era assim que ele agia com quem muitos poderiam partir para a má educação. Indiferença. Cinismo, ironia e descaso faziam parte das suas armas de intriga. Não era barraqueiro.
Mas após passar pelo segundo portão da portaria, achou que era um momento bom e a pessoa certa para descarregar seu dia chato e o encontro que tanto quis evitar.

- Olá Seu Mendonça.

- Oi, calma aí. “Tchô” atender o interfone....

Ele aguardou porque não poderia perder a vítima assim como um vampiro encontra sangue fresco.

O fim.

Seu Mendonça acordou no seu dia de sorte. Demorou em resolver um problema de uma moradora, o que fez nosso personagem desistir em discutir com ele. Elevador não estava quebrado conforme seu pensamento pessimista. E nem a energia acabou. Não houve caos como nos filmes previsíveis da sessão da tarde. Entrou, sentou e pensou por que sua vida era tão mecânica e óbvia demais.
Culpa do signo? Do ascendente? Criado pela avó? Feitiço?
...
Abriu a gaveta para achar uma caneta para escrever um lembrete no post-it.
O caos surgiu.
Seus olhos permaneciam fixos no objeto.
Até a noite anterior isso não seria um problema.
Mas ele surgiu e trouxe velhas lembranças como aquela tampinha de cerveja da velha e boa marca.

Na parte de dentro, um pedaço de papel cortado de forma artesanal (dentes e unhas) escrito:

“Hordeum vulgare + você = prazer único”

Naquela simples tampa trouxe todo o encanto jamais perdido: a mania das palavras difíceis, a mania em ser diferente, a mania de somar tudo, a mania de surpreender nos detalhes, o hábito das comparações, a sensualidade e a certeza do desconhecido (a cerveja dona da tampa artesanal fora consumida no primeiro encontro).

Devolveu o objeto em seu lugar e foi rumo ao sofá.

Pediu uma pizza com cerveja.

...

Pegou dois copos e colocou a cerveja.
Bebeu os dois.
Descobriu que a dor da saudade não alivia quando o outro não está.

Dormiu antes mesmo de pensar nisso.

20 de mar de 2009

Indicações.


Bem...se o SESC não tem uma grande divulgação para a massa...como sócia e admiradora dos eventos de lá, indico aqui alguns shows para bailar, cantar e pq não: beijar....

Simbora Brasil!!!

Dados do Portal Sesc. Se eu não for, divirta-se por mim baby!

Pena que show do Marcelo Camelo esgotadíssimo.


LOS SEBOSOS
SESC Pompéia

Dia(s) 02/04, 03/04 Quinta e sexta, às 21h.

Comemoração dos 10 anos da banda! Los sebosos postizos retorna novamente para os palcos de todo o Brasil, com um grande diferencial o repertório ampliou, a banda esta fazendo uma homenagem ao seus grandes ídolos, uma releitura no estilio próprio Los Sebosos traz Jorge Bem, Tim Maia, The Zombies, clássicos do ska, reggae jamaicano e muito mais e mais!!! Esta grande noite é promovida por alguns dos integrantes da nação zumbi nos intervalos entre os shows da banda...

Ver Lucio Maia de perto...aiai...o preço tá bonito pela beleza:

R$ 24,00[inteira]
R$ 12,00[usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino]
R$ 6,00[trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]



FABIANA COZZA
SESC Pompéia


Dia(s) 04/04 Sábado, às 21h.

A paulistana Fabiana Cozza (33) tem se destacado como uma das mais importantes intérpretes do Brasil. Com dois CDs lançados em doze anos de carreira, a artista foi indicada ao Prêmio TIM 2008 nas categorias "Melhor Cantora de Samba" e “Melhor Cantora pelo Júri Popular”; em 2005, recebeu as indicações para "Revelação" e "Melhor Cantora de Samba" e participou do Prêmio Rival Petrobrás na categoria "Artista Revelação". Nos últimos anos, Fabiana tem sido convidada por ícones da música brasileira e internacional para turnês e gravações.


R$ 16,00[inteira]
R$ 8,00[usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino]
R$ 4,00[trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]



SINHÔ PRETO VELHO - KA’UMONDÁ
SESC Ipiranga


Dia(s) 18/04 Sábado, às 20h.

A banda faz uma música popular com origens na África, passando pelo samba e chegando ao sampler, que faz soar o atabaque distorcido nas pick-ups. Apresenta neste show seu novo disco, baseado em estudo e pesquisa da língua tupi...

R$ 16,00[inteira]
R$ 8,00[usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino]
R$ 4,00[trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]

19 de mar de 2009

Step by Step


Envelhecer é sempre assunto longo.
Mas quem vive passa por isso, goste ou não.
E ao longo da caminhada, cada etapa desse processo é conflitante.
Tem dias que penso como pude passar dos 8 anos de idade e não segurar essa data...
As melhores lembranças são dessa época.
Não que hoje em dia não seja dessa forma.
Mas aquele tempo permitia a rebeldia, a bipolaridade, a birra, o chororô, fingir dormir fora da cama só para alguém carregar, o descontrole, a timidez, a inocência, a sinceridade ao questionar o presente repetido, sujar o sofá com bolinha de sabão, não pentear o cabelo, colecionar figurinhas, brigar com irmãos e primos, broncas dos pais, colo da vovó e esperar o dia 12 de outubro e 24 de dezembro para saber se fui boa menina.
Hoje tudo pode ser considerado um drama.
Para a sociedade não existe moleza.
Voyers para todos os lados.
E exposição não é só Orkut, blog, Facebook ou essas coisinhas modernas.
Exposição vem de antes.
Chorar no ônibus, na avenida Paulista, cantar alto na rua, usar uma roupa ousada, um cabelo atípico, abraçar rótulos impostos por desconhecidos...

E envelhecer é olhar a cada dia a mesma situação de forma diferente.
As minúcias são constantes.
Códigos da felicidade.
Decifrá-las não tem fórmulas.
Basta o conhecimento.

E esse vem aos poucos, junto com as birras, os chororôs, os fingimentos, o descontrole, a timidez, a inocência, a sinceridade ao questionar o presente repetido, sujar o sofá com bolinha de sabão, não pentear o cabelo, colecionar figurinhas, brigar com irmãos e primos, broncas dos pais, colo da vovó e esperar o dia 12 de outubro e 24 de dezembro para saber se fui boa menina...

Que eu atinja os meus 50 anos da forma mais completa que alguém feliz pode ter.
Com muita cor, brilho e felicidade.

16 de mar de 2009

Bodas e aniversários.




Ciclo Novo.

Como foi bom rever tanta gente querida em uma só noite.
Cada palavra serviu para entender o valor do amor. Os gestos também contam muito.
Cada minuto foi precioso para resgatar velhos e novos sentimentos.
O sorriso estava estampado na cara pronto para quem quisesse ver.
Não tinha como e nem pq escondê-lo.
Quisera eu fazer com que essa noite durasse muito mais do que das 20 às 3 am.
Queria paralisar o tempo.
Manter aquele sentimento bom depois de dias de confusão de ideias.
Não foi possível.
Mas está guardado no coração cada afago recebido.
Voltei para o ninho.
Família é alimento da alma.
Obrigada por uma noite tão especial.
Brindes para as aniversariantes Carolzinha e Bruna e aos noivos Leide e Renato (tios que comemoraram Bodas de Prata).

Do lado de cá só teve alegria. Sem cara feia, insegurança e desconforto. Pq aprender a viver com delicadeza...não é da noite pro dia.

4 de mar de 2009

Um cuidado.

A verdade está nos pequenos gestos.
Os grandiosos não me interessam.
Encontrei parte de uma história que ficou em algum canto da casa, da mente e quem sabe (pq não?) do coração.
Um amuleto encontrado logo será repassado.
Pq a vida é assim: o teu melhor fica para alguém.
Seja pra você ou um outro.
O meu...para "alguéns".


Fezita, Mari, Marizinha, Danilo, Fabricio, Bruna, Carina, Chris, Alan e Carolzinha Zimermam, Roger´s, Brigo, Carol Franco, Vó Cida, Bolhuda, Amandi...