Sinta-se em casa!

Entre e deixe a porta aberta.
Aguenta firme que vou ali pegar uma breja.

4 de abr de 2009

Par ou ímpar?

Mais um conto:

Dia abafado. Digitou um e-mail.
Pensou em cada palavra como se fosse o último sinal. Um capricho bonito. Sabia que era importante resgatar da memória tudo aquilo de melhor.
Um texto com mais de 50 linhas. Na última, decidiu apagar e apenas escrever:

“Vivemos tudo tão bem. Perfeito não, porque para isso é preciso conhecimento (caso consiga tal perfeição ou perto de). Tínhamos pouco, mas o suficiente para encontrar a nossa felicidade que hoje já não funciona separadamente. Ela foi criada por nós e só pode ser plena sendo assim.

A falta passa a existir quando algo bom foi construído e deixa de existir em dado momento. Da menor ou maior lembrança ela estará lá. Ninguém sente falta do que não completa algo. Você não foi mais um. Esses não causam a FALTA.

O teu lugar foi construído por nós, com doses de coisas simples. Daquelas que ficam no passado e mostram um caminho mais confiante para o presente."




P.S.: ignorei a regra do porquê, por quê, por que, porque.

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