Sinta-se em casa!

Entre e deixe a porta aberta.
Aguenta firme que vou ali pegar uma breja.

14 de dez de 2009

Porta "entreaberta"

Mais "Minha vidinha démodé":

"Longe da sutileza prevista, ele tinha um desapego por pessoas que causava tamanha estranheza.
Um dia gostava, e se notasse algo fora do tom, no dia seguinte nem lembrava do ontem.
Motivos não faltavam para desfazer laços: cigarros, bebedeiras com direito a pastelão, unhas vermelhas, cabelo curto, pés feios...tudo era motivo para partir para outra. Elas não entendiam nada. E ele não fazia nem questão em explicar ou dar um adeus.

E quem questionava, dizia:

- Para começar não precisa de porquês. Faço o mesmo no desfecho. Poupamos lágrimas, frases prontas e outras coisas que não precisamos e podemos evitar. Facilita a vida pois assim ela fará o mesmo com você. Vai por mim.

Um rude. Um ogro. Um monstro.

Tantas definições àquele homem. Pudera, ele não era tão comum assim.

Mas queria sempre um caso para viver em paz com o amor. Em pequenas doses. Assim como o velho whisky do boteco da esquina.

Lá se vai mais uma história com aquela mulher para ele perder a linha.

E ela vem chegando..."

3 comentários:

  1. Ma fala um boteco de esquina que venda velho wisky que eu vou pra lá AGORA.

    ResponderExcluir
  2. Pô na Augusta é o q mais tem...e onde mais vou...rs

    ResponderExcluir