Sinta-se em casa!

Entre e deixe a porta aberta.
Aguenta firme que vou ali pegar uma breja.

5 de jan de 2009

...anônimo...

Passei a madrugada inteira (com intuito de nada) pesquisando sobre uma pessoa.
Que engraçado você digitar no Google o nome de alguém que você crê que não tem tanta história e a internet te mostra exatamente o contrário.
A brincadeira começou meia noite e foi parar às 5 da matina (e não acabou a pesquisa) porque preciso acordar às 8 para labutar.

Já pesquisei sobre mim. Apenas listas de vestibular constam minha popularidade.

Deixa estar.

Desabafo.

Quem dera poder jogar no abismo;
Atirar pedaços de madeira;
Queimar até sobrar a última cinza;
Dar um fim em cada pedaço;
Rasgar sem medo em ter arrependimentos;
Demolir cada parte que sobrou;
E não ter o juízo que mantive até então.

Esse é o fim que quis dar àquilo que carrego nesses anos: o orgulho bobo em não aceitar que podemos ou poderíamos ser melhores nos acasos que “esbarramos”.