Sinta-se em casa!

Entre e deixe a porta aberta.
Aguenta firme que vou ali pegar uma breja.

11 de jan de 2010

Lições.

O caminho de volta pra casa, eu só pensava em ir direto pra cama e dormir.
Uma cólica absurda jamais sentida ao longo dos anos.
E uma cena me comoveu:
Eu deitada, eis que surge meu gato Amandí e encosta a cabeça na minha barriga e dorme.

Por mais incrível que pareça, a dor passou.
Filhos...um passaporte pra alegria.


A vida tem uma simplicidade sem tamanho.
A vida ri das tolices e abraça a felicidade.
A vida ameniza estragos e enaltece preciosidades.

Amandí sabe que a mãe não quer muito papo com ele. E por isso, fica pertinho, quietinho. Ele também é o meu "Redondinho".

4 comentários:

  1. Sem querer ser intrometido, mas qual a idade do Amandí?

    Dizem que as crianças tem a sensibilidade muito maior do que adultos porque essa parte do cérebro é uma das primeiras a se desenvolver. Mas enfim, baita gafe a minha de tentar racionalizar emoção =P

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  2. Meu bichano (sim, ele é um gato...não uma criança Rico) tem 1 ano e 3 meses.
    Ele é totalmente incomum. Meus amigos o chamam de louco pq ele tem comportamento de macaco (adora escalar a tela de proteção), de canguru (vive pulando) e de cachorro (espera quietinho).

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  3. Po...eu jurava que "meu gato" era uma expressão conotativa. Que gafe!

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  4. IMagina.....eu que não "me fiz" entender....rs...mas é um filho. Os gastos, a preocupação de todos da família...é um bebezâo...rs..

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