Sinta-se em casa!

Entre e deixe a porta aberta.
Aguenta firme que vou ali pegar uma breja.

2 de jul de 2010

Entre tantos...


Eu sou uma devoradora de entrevistas. Fiquei encantada com as últimas da Laís Bodanzky e da Leandra Leal.

Deixaram lições de vida. Pelo menos para mim.

Laís disse uma coisa bacana sobre estar bem primeiro para que o outro fique bem. Compara com uma emergência no avião: primeiro temos de colocar as nossas próprias máscaras de oxigênio antes de as colocarmos nas nossas crianças. Segundo a Laís, é preciso entender a lógica desse pedido. Na euforia a tendência é colocar a máscara primeiro na criança. Natural. Mas não é bem assim. Gostei da comparação. Recomendo que leia na íntegra a entrevista para a revista TPM.

E sobre Leandra, posso dizer que a frase dela para a revista Criativa desse mês é fantástica: "Não existe perda quando se ama"

Enfim, acho que somente hoje estou bem com minha máscara e só agora posso colocar no outro também. Nos salvamos do tédio. Das emergências da vida.

Ele me encanta pelo fato de eu saber que não está plenamente conquistado (e acho que deve ser assim). Com ele eu não me importo se a balada está "miada" ou se a festa só tem gente chata. Não percebo que o metrô fica lotado na estação do Brás. E mais do que 3 dias na semana acordar às 7 da manhã realmente tenho sorriso no rosto. Mesmo quando sei que posso acordar meio dia. Eu tenho opções. Hoje acho que aprendi a escolher aquelas que realmente eu sempre quis e perdi tempo questionando demais e fazendo menos.

Esse não é um post dedicatória. E nem uma carta de amor.

É uma maneira de firmar um sentimento assim como os batuqueiros firmam os mais belos pontos.

6. Esse é o número de amanhã.

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