Sinta-se em casa!

Entre e deixe a porta aberta.
Aguenta firme que vou ali pegar uma breja.

20 de dez de 2011

A mãe. A mão.

A saudade.
Ela existe.
Tem dias que aparece mais.
Tem dias que fica escondida no casulo.
Mas nunca deixou de existir.

A saudade em ter os colos dos pais todos os dias.
Dias corridos...nos afastam tanto.

Lembro em que não conseguia dormir sem segurar a mão da mãe.

Hoje tenho o abraço quentinho do meu careca.

O amor não muda. Ele só cresce. A gente acumula amores.


O clima natalino me traz essas lembranças!