Sinta-se em casa!

Entre e deixe a porta aberta.
Aguenta firme que vou ali pegar uma breja.

6 de jun de 2012

Tempo!

Quando o mundo insiste em mudar a seta da bússola, eu vou lá e jogo tudo para o alto.
Não tenho medo de arriscar, de tentar, de desistir. Meu medo é só fracassar.
A gente pensa que sabe das coisas. Só achamos. O tempo nos mostrará se estávamos errados ou não.


Pego um punhado de dor misturado com acidez e saudade. Jogo um pouquim de tristeza e polvilho alegria.


E enfeito lindamente o cupcake com pétalas de amor.


Eu não me entendo e nem tento. Doce ilusão achar que chegar a uma conclusão será a salvação. Então meu caro amigo, nem tente também. Confie em mim.


A única coisa que sei sobre mim é que não aceito mais ou menos. Se é pra ser menos, me diga logo. Se é para ser mais, tamujunto na pegada.


Uma virginiana do primeiro decanato, do primeiro dia. Por questões de horas não sou de Leão.


Então não me venha com firulas baby! 
Meu esquema, sistema, problema SÃO sinistros. Deles tento escapar do metódico, do alinhado. Um pouco de caos me faz bem. E como faz. Mas nem tanto. Não sei lidar com isso.


E nesses dias em que tudo parece chuvoso demais, é tão bom contar com gente pura, colorida e ácida.


Tenho poucos amigos assim. Mas dos poucos que tenho, faço gosto e compartilho.


Um brinde ao caos. Um brinde a organização. Vaias para a ignorância. Essa jamais deverá ser aceita. 


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